O vereador Paulo Arildo (PSDB) e a esposa dele, Valéria Cristina de Oliveira Domingues, foram ouvidos pelo corregedor da Câmara Municipal de Londrina, vereador Rony Alves (PTB), no procedimento aberto para investigar denúncia de racha de salário com assessores que teria ocorrido no mandado passado de Arildo. O corregedor disse ontem que ainda não conseguiu sanar todas as dúvidas existentes, principalmente em relação a saques bancários envolvendo os três assessores autores da denúncia.
Por conta dos pontos ainda não esclarecidos, a Corregedoria espera ouvir os denunciantes no início da próxima semana. Alves pretende agilizar os trabalhos para que possa se dedicar aos procedimentos envolvendo outros três vereadores.
O corregedor negou que esteja conduzindo o caso de Arildo diferente da investigação sobre o vereador Rodrigo Gouvêa (sem partido). Denunciado pela Corregedoria por supostamente contratar assessora fantasma, ele foi inocentado em uma Comissão Processante e se livrou da cassação em plenário. ''Quando pegamos o material do Ministério Público relacionado com o caso passado, o que tínhamos eram as falas do vereador e de assessores que davam informações muito claras. O vereador reconhecia tudo aquilo que a Corregedoria apresentou em sua acusação. Agora, tínhamos uma peça muito pequena e que não mostrava culpabilidade do vereador Paulo Arildo'', concluiu.

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