A campanha presidencial também se intensifica no Paraná a partir da próxima semana. O petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa a reeleição, faz campanha em Curitiba no dia 9. ''Depois ele deve retornar antes do fim do mês provalvemente para uma visita pelo Norte do Estado. Neste ínterim, queremos trazer uma série de personalidades nacionais para a campanha, como ministros, senadores'', disse o coordenador da campanha, Jorge Samek.
Conforme Samek, a campanha do petista ainda não tomou as ruas de Londrina devido a falta de iniciativa também dos adversários. ''A responsabilidade de fazer campanha em Londrina está nas mãos do prefeito Nedson Micheleti. Distribuímos regionalmente as coordenações e as campanhas estão em um ritmo em alguns locais, outros em outro ritmo, mas por que colocar mil bandeiras em Londrina se os outros estão quietos? É uma campanha que está muito em função da televisão'', justificou. Samek ainda assegurou que a campanha deve seguir os eventos de caráter nacional e que não deve ter alterações significativa.
Para o coordenador da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) no Paraná, o prefeito de Curitiba Beto Richa (PSDB), o ''momento certo para definição do voto é depois de 7 de setembro''. Os tucanos paranaenses ainda tentarão trazer o candidato para o Estado antes das eleições. ''Estamos vendo se conseguimos trazê-lo depois do feriado, para que ele venha ao Paraná pelo menos duas vezes.''
Beto aposta no trabalho de prefeitos e vereadores tucanos e de partidos aliados, para colocar a campanha na rua. ''Estamos pedindo para os prefeitos entrarem na campanha, para os vereadores iniciarem a campanha nas suas comunidades, colocar a campanha na rua, mostrar entusiasmo, animação'', disse.
Ele acredita que se revertidas as intenções de voto na Região Metropolitana de Curitiba, o tucano passa a frente do petista no Paraná. ''Revertendo na Região Metropolitana muda o quadro no Estado.(C.O.)

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