Curitiba - No caso da Assembléia do Paraná, onde cada parlamentar tem direito a até R$ 27,5 mil mensalmente para despesas com gabinete, o controle é feito através de notas fiscais. O parlamentar entrega os comprovantes de despesas à tesouraria da Casa, que em seguida faz um cheque. O valor do cheque é igual ao valor das despesas. Mas, se o parlamentar não atingir o máximo permitido, a ''sobra'' acumula para o mês seguinte. Mas, para o cientista político Leonardo Barreto, o método não é eficaz.
''Não temos fiscalização sobre as notas. Não existe controle nenhum. Ninguém vai atrás para verificar se as notas são verdadeiras'', critica Barreto. O método usado no Paraná é semelhante ao dos demais Estados.
Mas há tentativas de controle. Na Assembléia do Rio de Janeiro, por exemplo, nem todo parlamentar tem direito ao auxílio-moradia, somente aquele que residir a mais de 100 km do Grande Rio. Na Assembléia do Rio Grande do Sul, cada parlamentar deve divulgar no site da Casa as despesas que efetuou durante o mês, em detalhes. (C.S.)

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