Curitiba - No contrato assinado entre o governo e a montadora, o Estado garantiria à empresa até mesmo isenção por eventuais danos ambientais. Na questão de infra-estrutura, a montadora também teria recebido uma série de incentivos, como garantia de fornecimento de energia elétrica com tarifa diferenciada de 25% e garantia de fornecimento de água conforme o volume estabelecido pela empresa.
Para desembaraçar cargas, o governo teria assegurado, segundo o relatório elaborado pelo professor, tratamento diferenciado tanto no Porto de Paranaguá, quanto no Aeroporto Affonso Pena e na aduana de Foz do Iguaçu. Navios fretados pela Renault também têm prioridade de operação portuária e não podem ter tempo de espera superior a 24 horas. Além disso, os conteineres da montadora precisariam ser retirados do Porto no máximo duas horas após o fim da descarga do navio.
As tarifas portuárias a serem pagas pela montadora não poderão, segundo o documento, ser superiores a 5% da tarifa mais baixa dos portos de Santos, Vitória, Itajaí, Rio Grande ou Imbituva, mesmo após a privatização da estrutura portuária.

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