O novo contrato emergencial para o serviço de preparo da merenda escolar em Londrina, assinado na última segunda-feira com a empresa Denjud, vai sair 18,5% mais caro que o contrato anterior, com a mesma empresa. O reajuste foi necessário, segundo o secretário de Gestão Pública, Rogério Dias, porque o salário base das merendeiras subiu cerca de 9% e elas também conseguiram, na convenção coletiva, vale alimentação. O novo contrato vai custar R$ 1 milhão por mês; o anterior tinha teto de R$ 849,6 mil.
Dias afirmou ainda que consultou outras duas empresas antes de renovar com a Dejund, mas os orçamentos revelaram valores ainda superiores. ‘‘Tivemos de autorizar o reequilíbrio econômico porque os custos com as merendeiras aumentaram e a empresa não pode arcar com este custo.’’
A Gestão Pública também renovou os contratos para o transporte escolar rural com as sete empresas que prestam o serviço emergencialmente desde o começo do ano. Neste caso, o preço continuará praticamente o mesmo - também em torno de R$ 1 milhão mensal. Os dois novos contratos emergenciais têm prazo máximo de duração de três meses, mas podem ser rescindidos antes, assim que as licitações estejam c oncluídas. Porém, a prefeitura deve dar aviso prévio de 30 dias às contratadas.

É definida como política pública educacional e tem entre seus objetivos garantir uma alimentação saudável e estimular a educação alimentar e nutricional a partir da infância

Utilizam o serviço um total de 4,9 mil alunos e professores em 270 linhas na zona rural de Londrina

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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