Os vereadores de Londrina aprovaram por unanimidade na sessão desta quinta-feira (18) uma moção contrária à instalação de uma praça de pedágio na rodovia PR-445, nas proximidades do Distrito de Irerê, zona rural de Londrina. Por meio do requerimento nº 78/2021, a manifestação será enviada à ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre).

Imagem ilustrativa da imagem Contrários a pedágio na PR-445, vereadores enviam requerimento à ANTT
| Foto: arquivo FOLHA

Os parlamentares rechaçaram a proposta de criação da praça de pedágio sob alegação de que ela dificultaria o deslocamento dos moradores dos distritos para a sede do município e prejudicaria o escoamento da produção agrícola, pois haveria aumento nos custos de transporte. "[O requerimento] vai justamente em direção ao mesmo sentimento da população de Londrina e dos distritos. Isso já foi amplamente conversado", afirmou a vereadora Lenir de Assis (PT), uma das autoras. Além de Lenir, o documento foi proposto pelos vereadores Madureira (PTB) e Beto Cambará (Podemos), integrantes da Comissão Especial de Acompanhamento do Pedágio da Câmara Municipal de Londrina, e pelos parlamentares Nantes (PP), Santão (PSC), Deivid Wisley (Pros), Prof.ª Flávia Cabral (PTB), Giovani Mattos (PSC), Jessicão (PP), Lu Oliveira (PL) e Mara Boca Aberta (Pros).

Recape asfáltico

Também foi aprovado por unanimidade o envio de Indicação ao governo do estado para que melhore as condições da Rodovia Carlos João Strass (PR-545, que liga Londrina ao Distrito da Warta) e da Rodovia João Tavares da Silva (PR-445 no trecho entre a Warta e Bela Vista do Paraíso). O pedido de Indicação nº 956/2021 foi proposto por todos os 19 vereadores da cidade e destinado ao governador Ratinho Junior (PSD), para que tome providências imediatas. Conforme o documento, a estrada possui grande fluxo de veículos e está em péssimas condições, apresentando risco de acidentes para os motoristas que trafegam pelo local. Os vereadores solicitam reforço na sinalização, construção de terceira pista, limpeza e roçagem dos acostamentos e recape asfáltico. "A operação tapa-buracos não está resolvendo o problema, e sim dificultando ainda mais o tráfego. Desta forma, resulta em gasto de verbas desnecessárias ao estado, sem que o problema seja resolvido, causando insatisfação coletiva", afirma a Indicação

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