Brasília - Com o apoio de governistas e da oposição, o Conselho de Ética do Senado aprovou ontem a absolvição dos senadores Ney Suassuna (PMDB-PB), Serys Slhessarenko (PT-MS) e Magno Malta (PR-ES). Eles enfrentavam processo de cassação por suposto envolvimento com a máfia dos sanguessugas. No caso de Suassuna, o conselho substituiu, por 12 votos a 2, a pena de cassação de mandato por uma censura verbal, que deve ser lida na próxima sessão. A medida contou com o apoio do PSDB, PFL, PMDB e PT. Os únicos que votaram contra foram o relator, senador Jefferson Péres (PDT-AM), e Demóstenes Torres (PFL-GO). Os relatores dos processos contra Serys e Malta pediram o arquivamento das representações por falta de provas, o que foi aprovado por unanimidade. ''Não se pode falar em pizza: apenas não foram encontradas provas. As acusações eram vazias. Não houve corporativismo'', disse o presidente do Conselho de Ética, senador João Alberto Souza (PMDB-MA).

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