A ex-presidente da conselho fiscal do Provopar de Londrina, Laura Masayo Obikawa Kyosen, disse ontem ao Ministério Público (MP) que não tinha conhecimento sobre as contas do programa. Ela prestou depoimento à promotora de Defesa do patrimônio Público, Solange Novaes Vicentin, responsável pelas investigações sobre irregularidades no Provopar. ‘‘O conselho nunca foi chamado a se reunir para examinar balancetes’’, afirmou.
Laura Kyosen disse que foi convidada para o conselho do Provopar pela ex-coordenadora Cristina Barros. Ela afirmou ainda que acreditava que sua indicação não obrigaria o comparecimento diário no Provopar. Laura Kyosen contou que ‘‘só mantinha contatos com a administração a cada três meses’’.
Também prestou depoimento ontem a ex-secretária do Provopar, Tereza Cristina de Arruda Campos. Ela contou que também foi nomeada por Cristina Barros e não participava da administração do voluntariado. Tereza Arruda Campos disse ainda nunca foi convidada para reuniões ordinárias ou extraordinárias no Provopar e que desconhece como eram contabilizadas as contribuições e os critérios para a distribuição de donativos.

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