O deputado estadual Orlando Pessuti, 49 anos, candidato a vice-governador pelo PMDB é outro que já tem papel definido numa possível administração do também peemedebista Roberto Requião. É dele o desafio de implementar uma política de fortalecimento do setor de agronegócios. Isso lhe credencia, caso eleito, a acumular também a função de secretário da Agricultura. Sua presença tem sido exigida pelo próprio Requião nas andanças pelo interior. ''O vice não pode ficar omisso.''
Há mais de 40 anos atuando no ramo da urbanização, em que acumulou as funções de representante do Banco Mundial e consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento para o setor, Lubomir Antônio Ficinski Dunin (PFL), 71 anos, também espera poder influir diretamente numa possível administração Beto Richa (PSDB), embora não almeje acúmulo de nenhuma outra função. Ele tem um projeto que espera ver realizado. ''Gostaria de poder elaborar um sistema de coleta de dados e acompanhamento de obras públicas.''
Já a candidatura Álvaro Dias e Luiz Forte Netto (ambos PDT) optou por uma estratégia mais geográfica. Enquanto o candidato a governo percorre o interior, o vice Forte Netto concentra suas forças em seu reduto eleitoral, a Região Metropolitana de Curitiba. Na última eleição para prefeito na Capital, Forte Netto concorreu pelo PSDB e conquistou 8% dos votos.
Forte Netto coordenou um programa de consulta ao eleitorado que resultou na eleboração do plano de governo da sua coligação. ''Em um ano e meio recolhemos mais de 2,5 mil sugestões, que foram reunidas com um estudo elaborado por técnicos de várias áreas de governo'', comenta.

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