Depois da errata que totalizava R$ 186 milhões ao Orçamento-Geral da União de 1998, os líderes governistas tiveram de desautorizar pedidos de aumentos de verbas feitos na última hora pelos ministérios do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Transportes, Indústria e Comércio e Justiça. Os líderes conseguiram, com isso, garantir ontem a aprovação, na Comissão Mista de Orçamento, do parecer final sobre o Orçamento-Geral da União.
As reivindicações do Executivo, reunidas pelo relator-geral, deputado Aracely de Paula (PFL-MG), em uma errata que totalizava R$ 186 milhões, foram mal recebidas na Comissão e acabaram irritando até os principais defensores do Palácio do Planalto no Congresso. A decisão de excluir os pedidos dos ministérios, que somaram R$ 23 milhões, foi tomada em uma reunião de líderes partidários com representantes da Comissão, pela manhã.

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