COMÉRCIO INTERNACIONAL - EUA e Brasil negociam biocombustíveis
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, encerra hoje a vista de cinco dias à América Latina. A agenda do presidente norte-americano incluiu a assinatura de acordos comerciais e tecnológicos com o Brasil, Uruguai, Colômbia, Guatemala e México. No Brasil, Bush e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assinaram um acordo de cooperação na área de biocombustíveis, como o álcool. A parceria permitirá ao Brasil ver construído, na prática, um mercado consumidor permanente de biocombustíveis. A intenção do governo norte-americano é reduzir em 20%, num prazo de dez anos, o consumo de gasolina, derivada do petróleo. Bush espera aumentar o consumo de biocombustíveis de 5 bilhões de galões por ano para 35 bilhões. Especialistas avaliaram a visita de Bush como um claro sinal de sua disposição de criar uma frente anti-Chávez na América Latina. O presidente venezuelano Hugo Chávez é a principal liderança latina contra o chamado imperialismo norte-americano. A visita de Bush ainda gerou protestos em quase todos os países.
Combustível usado desde o início da indústria automotiva. Porém, com a utilização de combustíveis fósseis (como a gasolina), no começo do século 20, muito mais barato e abundante, tornou o álcool uma opção praticamente não usada. Até a crise do petróleo na década de 70, quando o governo brasileiro resolveu criar um programa chamado Pró-álcool, que visava à utilização do combustível feito apartir de matéria orgânica, como cana-de-açúcar e mandioca.
Política de expansão e domínio territorial e/ou cultural e econômico de uma nação sobre outra, ocorrido na época da segunda revolução industrial. O imperialismo contemporâneo denomina-se neoimperialismo, por possuir muitas diferenças com relação ao imperialismo colonial.
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





