Além de tentar convencer sobre a viabilidade do Poupalar, o presidente da Cohab, Assad Jannani, falou sobre outras dúvidas levantadas por entidades e imprensa. Ele explicou, por exemplo, a contratação de uma empresa que seria responsável pela ‘‘carteira de crédito imobiliário oriundo de inscrições no projeto Renascer’’.
‘‘A vantagem é que eu pago uma porcentagem e a empresa se vira para comprar computador, software, contratar funcionários’’, defendeu. Ele completou que essa licitação foi suspensa porque não houve empresa interessada com capital suficiente.
Sobre o fato de ser dono de uma empresa que atua no mercado para atrair investimentos para o mercado imobiliário – a Rendapar – Assad não descartou que ela possa, no futuro, atuar em parceria com a Cohab no projeto Renascer. ‘‘No mercado quem atuar sozinho vai à falência. Então é possível uma aliança estratégica’’, disse.
Assad disse ainda não acreditar que um dia seja acusado de utilizar um cargo público para benefício pessoal. Ele citou, como exemplo, o caso do ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, que saiu do cargo e passou a atuar como consultor. ‘‘Para cada cargo que assumo, adquiro conhecimento. E não vou ficar no setor público a vida toda.’’ (L.H.)

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