"Mostra o que o País inteiro já sabe, que Dilma mentiu"
Senador Cassio Cunha (PSDB-PB) sobre o Ibope mostrando repulsa histórica a Dilma

BNDES: esquema paga empreiteiras sem licitação
Empresas enroladas no assalto à Petrobras, como OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão, ganharam do BNDES dezenas de financiamentos de obras no exterior. Somente as 20 principais obras totalizam US$ 8,5 bilhões (R$ 27 bilhões). A "caixa preta" do BNDES guarda os segredos desse esquema engenhoso, que transfere recursos do Tesouro para empreiteiras sem licitação e até sem autorização do Senado Federal.

Melhor que colo de mãe
Basta o país contratar empreiteira brasileira e o BNDES paga a obra, com direito a 20 anos de carência, contrato secreto e juros irrisórios.

Dinheiro na veia
O país com obra financiada pelo BNDES não vê a cor do dinheiro, que é pago diretamente à empreiteira amiga que realiza o serviço.

Blindagem
Órgãos de controle do Brasil não têm prerrogativa de fiscalizar obras no exterior, por isso não há como conferir o serviço das empreiteiras.

Mais que perfeito
A maioria dos países "financiados" por meio do BNDES têm governos autoritários e não têm órgão de controle, como Tribunal de Contas.

Outros fundos podem seguir opção do Postalis
Os deficits de R$ 5,6 bilhões no fundo de pensão da Caixa (Funcef) e R$ 1,2 bilhão no do BNDES (Fapes) deixaram empregados em alerta para aumento na contribuição para cobrir o rombo, assim como ocorre nos Correios com o Postalis. Pela regra, o fundo deve ser equacionado quando apresentar deficit por três anos consecutivos ou se representar 10% dos ativos. No Funcef, o valor chega a 10,33% e 11% no Fapes.

Quase lá
O Petros, da Petrobras, segue pelo mesmo caminho dos demais e já contabilizava deficit de R$ 5,5 bilhões, equivalente a 8% do patrimônio.

Na UTI
A situação no Postalis é também ruim, pois o deficit de R$ 5,6 bilhões é maior que os ativos avaliados em R$ 5 bilhões.

Exceção
Na contramão, a Previ do Banco do Brasil apresentou superavit de R$ 12,5 bilhões no mesmo período, deixando funcionários rindo à toa.

Repulsa histórica
Está explicado o abatimento de Dilma na posse do ministro Edinho Silva (Comunicação Social): ela já sabia da devastadora pesquisa CNI/Ibope indicando que 78% dos brasileiros desaprovam seu governo.

Tá feia a coisa
Das áreas do governo avaliadas pela pesquisa CNI/Ibope, o combate ao desemprego foi o calcanhar de Aquiles. A avaliação positiva despencou 23%. O combate à fome segue a lista, com queda de 21%.

Zero arrependimento
O doleiro Alberto Youssef não se revela minimamente arrependido, como sugere seu acordo de delação premiada, e continua arrogante: em depoimento, destacou os empregos que gerou e impostos que pagou, como se fosse homem de bem, cumpridor de obrigações.

Pinóquia
Um dos assuntos mais comentados no Twitter neste 1º de abril foi a hashtag #DiaDaDilma. Os maceioenses foram além, esticaram na movimentada Av. Fernandes Lima faixa "Dia da Mentira, Dia da Dilma".

Cadeia pune criminosos
Sobre a redução da maioridade penal, o ministro Marco Aurélio (STF) diz que cadeia "não conserta ninguém". Tem razão. Mas é uma beleza para tirar de circulação quem usa a liberdade para cometer crimes.

Dá para acreditar?
O governador do DF, Rodrigo Rollemberg, garantiu que Brasília vai sediar o Fórum Mundial das Águas, em 2018. A menos que ele cancele o evento e deixe os organizadores na mão, como o fez, em três meses, com o GP de Motovelocidade, a Universíades e o GP de Fórmula Indy.

Semana nada santa
A semana legislativa morreu de véspera, no Congresso, feito peru. O expediente acabou na terça, e os parlamentares só retomam o trabalho na segunda, às 14 horas, na melhor das hipóteses.

Está na lei
Muitos criticam a Justiça pelo fato de ter sido iniciado ontem, dia 1º, o feriadão do Judiciário. Mas é pura desinformação: isso não é uma opção dos tribunais, está previsto em lei federal.

Linha de sucessão
Como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, vai passar a Semana Santa no exterior, a pergunta não se cala: é Dilma quem assume o poder?

PODER SEM PUDOR

Imagem ilustrativa da imagem CLÁUDIO HUMBERTO



Cuidados redobrados
Renato Casagrande (PSB-ES) era senador quando foi informado pela assessoria que estava sendo filmado pelo cinegrafista que havia flagrado o aspone Marco Aurélio Garcia fazendo top-top. E, para completar, a repórter era a mesma cuja pergunta resultou na desastrada resposta do "relaxa e goza" da então ministra do Turismo Marta Suplicy. Casagrande decidiu ficar mais cauteloso:
- Acho que não quero mais ficar aqui, não. Tenho de ter mais cuidado ainda com o que falo e o que faço com as mãos...

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