‘‘O George Soros é um mané-ganhão’’
Ciro Gomes sobre o mega-especulador que só pensa naquilo: ganhar mais dinheiro

Mercado da honra

O vídeo que flagrou Lula do PT numa mega-farra promovida em hotel de Manaus, nos anos 80, em atitude que pode provocar grave repercussão na sua campanha e até no partido, é oferecido por R$ 10 milhões no mercado sujo da arapongagem, em Brasília. O vídeo é pura nitroglicerina.

Lalau condenado

Do presidente do TST, ministro Francisco Fausto, ao tomar conhecimento
da condenação do ex-juiz Lalau, ex-presidente do TRT de São Paulo:
- É lamentável que um magistrado chegue a esse ponto, mas a lei é para todos e não apenas para uma parcela da população.

Estevão absolvido

A absolvição do ex-senador Luiz Estevão, no caso do TRT-SP, gera uma delicada questão entre o Legislativo e o Judiciário. É que o ex-senador deve recorrer à Justiça para recuperar o mandato e os direitos políticos, cassados por presunção de culpa. E para exigir reparação por danos morais. Apesar da pressão da mídia, para a Justiça parece ter sido impossível condená-lo.

Quem paga?

O deputado Walter Pinheiro (PT-BA) anda tão impressionado com os favores (canais de TV) e os negócios publicitários do conterrâneo Nizan Guanaes no governo federal que indagou, em requerimento ao Planalto:
- Afinal, é o PSDB ou o governo que paga o marqueteiro de José Serra?

Pensando bem...

...se insistir no slogan ‘‘Eu quero um país decente’’, Lula vai acabar sendo obrigado a romper com o PT.

Afinidade etílica

Na final da Copa, haja o que houver, ganhe quem ganhar, o vitorioso vai encher a cara de cerveja ou chope para comemorar e o derrotado para se consolar. Para os alemães, será natural. Para nós, será gelado.

Para inglês ver

A manchete ‘‘O Brasil precisa perder, para seu próprio bem’’, de ontem, não é torcida contra, diz à coluna o correspondente do The Guardian no Rio, o inglês Alex Bellos. Ele ataca os escândalos da CBF, Ricardo Teixeira e a bancada da bola. ‘‘Quando o Brasil perdeu, há quatro anos, o povo começou a agir contra a cartolagem. Não podemos parar esse processo.’’

PODER SEM PUDOR

O deputado que falava japonês
Quando deputado estadual do PTB de Minas, Saulo Diniz queria abrir a Usiminas a investidores japoneses, mas essa era uma iniciativa privativa do Executivo. O governador Bias Fortes condicionou seu apoio à ida de uma delegação japonesa a Minas. Assim foi feito. No dia da audiência, à medida que os japoneses falavam, Saulo Diniz ia traduzindo. Bias ficou admirado:
- Saulo, sabia de suas qualidades, mas não imaginava que falasse japonês.
Não falava. Ele juntou três japoneses no cinturão verde de Belo Horizonte, vestiu-os de paletó e gravata e levou-os à audiência. Mas manteve a pose:
- Meu irmão comunista, muito culto, sabe idiomas e me ensinou alguns...

Colaborou Teresa Barros

E-mail: [email protected]
www.claudiohumberto.com.br

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