A Interpol trabalha com uma pista do paradeiro do foragido juiz Nicolau Lalau, aquele que surrupiou dinheiro público no TRT de São Paulo.
Ele estaria em sua espetacular mansão de 4 mil metros quadrados, toda pintada de branco, situada numa das ilhas da Polinésia Francesa, paraíso tropical no centro-sul do Oceano Pacífico, onde fica o Taiti.
Confirmada a suspeita, pode dar algum trabalho trazer Lalau de volta: o Congresso ainda não o aprovou o tratado de extradição assinado com a França em 1996. Mas é possível que a polícia local o prenda e o repatrie, desde que o Brasil ofereça tratamento recíproco, em caso semelhante.

Arrogância muda

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