Tão discreto quanto eficiente, o procurador federal Brasilino Pereira dos Santos impôs mais uma derrota ao governo: ao analisar sua ação de improbidade administrativa contra a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o juiz da 15ª Vara Federal, em Brasília, ordenou a suspensão imediata da farra na contratação ‘‘temporária’’ de servidores. A exigência legal de concurso público foi desrespeitada para favorecer apadrinhados.

O genro na rede

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