Cláudio Humberto - De Brasília
A CPI dos Medicamentos examinou seu relatório final, nesta terça, sem fazer um único cruzamento dos 150 mil documentos obtidos com a quebra do sigilo fiscal e bancário de 21 laboratórios e dez distribuidoras.
Um funcionário do Banco Central esteve à disposição da CPI desde o dia 4 de abril, e nada. As caixas cheias de papéis sequer foram abertas.
A bancada do holofote só conseguiu produzir factóides.
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