O diretor do Museu do Índio no Rio, José Carlos Levinho, ainda não aceitou o convite para presidir a Funai. Antropólogo, ele adora índios e a cultura indígena, mas daí a lidar com xavantes e kayapós mal humorados, que têm o hábito de invadir a Funai e expulsar seus dirigentes a tapa, há uma grande distância. Ele chegou a se reunir com diretores da Funai, na noite de segunda, mas não gostou de saber da falta crônica de dinheiro no órgão. Uma fonte do Ministério da Justiça confirmou, desolado, que ‘‘está muito difícil’’ encontrar quem aceite a fria.

Memorável carreira

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