A quarta fase da Operação Publicano trouxe nove novos nomes de auditores, que ainda não eram réus nas etapas anteriores das investigações sobre o esquema criminoso na Receita. Com isso, chega a 71 o número de auditores de Londrina, de cidades da região e da alta cúpula, em Curitiba, supostamente envolvidos nos crimes.
As duas primeiras fases da Publicano apontaram o envolvimento de 62 auditores. A terceira fase não trouxe nomes novos – apontou lavagem de dinheiro do auditor do ex-delegado da Receita de Londrina José Luiz Favoreto Pereira e de pessoas ligadas a ele.
Na Publicano 1, cuja operação foi deflagrada em 20 de março, o MP denunciou 73 réus, sendo 26 auditores fiscais envolvidos em 70 fatos criminosos. Na segunda fase, a denúncia envolveu 125 réus – sendo 56 auditores, 124 fatos criminosos e 58 empresas.
Mais à frente, como complemento da Publicano 2, o MP ofereceu denúncia contra mais dois auditores (Marcelo Müller Melle e Luiz Fernandes de Paula). Porém, 22 dos denunciados na primeira fase figuraram, novamente, no polo passivo da segunda ação.
A terceira fase implicou apenas o auditor José Luiz Favoreto Pereira, acusado junto a outros 17 réus, de lavagem de dinheiro e outros crimes.

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