Tanto a Cequipel com a Giro já estiveram envolvidas em outros casos de suspeita de irregularidades aqui no Paraná. A primeira foi acusada de superfaturamento no processo de venda dos mais de 20 mil televisores ''laranja'' de tela plana, adquiridos pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), durante a gestão de Roberto Requião (PMDB) no final de 2006. A Cequipel foi uma das maiores doadoras para a campanha de Requião, na época. A empresa sempre negou o superfaturamento.
No caso da Giro, a denúncia de superfaturamento ocorreu em meados deste ano, em um contrato para a aquisição de uniforme escolar na prefeitura de Cascavel, no Oeste do Estado. A empresa teria entregue itens, como tênis, em desacordo com as especificações do edital de licitação. A Giro foi multada em mais de R$ 335 mil e ficou impedida de participar de novas licitações pelo prazo de dois anos no município. (L.C.)

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