Curitiba - A discussão em torno do projeto de lei que restringe o consumo de cigarro no Paraná volta à pauta da Assembleia Legislativa do Estado. A primeira ''batalha'' entre aqueles que defendem ao menos o ''fumódromo'' e aqueles que querem proibir o consumo em qualquer espaço coletivo fechado, público ou privado, ocorre amanhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No último dia 24, a CCJ rejeitou seis das 17 emendas apresentadas ao projeto de lei antifumo. Mas, amanhã, a CCJ analisa um pedido de reconsideração feito pelo grupo de parlamentares que tiveram suas emendas ''barradas''. Duas das emendas rejeitadas autorizam o ''fumódromo''. Outra emenda rejeitada autoriza o fumo em varandas ou terraços, já que o projeto de lei proíbe o consumo inclusive em ambientes parcialmente fechados.
Se o presidente da CCJ, Durval Amaral (DEM), aceitar o pedido de reconsideração, um dos membros será designado para fazer uma nova análise das emendas rejeitadas. Durval já antecipou que as emendas serão novamente apreciadas, já que o pedido de reconsideração foi feito dentro do prazo.
Mas os próprios parlamentares que defendem o ''fumódromo'' não acreditam que os 13 membros da CCJ reformem a decisão e já agilizam outra estratégia. Pelas regras da Casa, se a CCJ rejeitar pela segunda vez as emendas, ainda cabe um apelo ao plenário, dentro de um prazo de dois dias. No plenário, a decisão está nas mãos dos 54 parlamentares.

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