São Paulo - Em seus primeiros cinco dias de busca de apoio para o segundo turno, os candidatos à Presidência da República, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o tucano Geraldo Alckmin, receberam apoio de governadores eleitos e reeleitos que, somados, tiveram um terço dos votos apurados em todo o País. Apenas um governador reeleito - Paulo Hartung (PMDB), do Espírito Santo - decidiu não apoiar nenhum dos dois. Alckmin conseguiu sete governadores e Lula, nove. Entres os nove Estados que vão ter segundo turno, o presidenciável tucano conseguiu montar palanques em todos, Lula em oito: ficou sem apoio em Santa Catarina.
São companheiros de partido de Alckmin os vitoriosos nos dois maiores colégios eleitorais do País. Em São Paulo, José Serra teve 12.381.038 votos. No segundo maior eleitorado, Minas Gerais, o tucano Aécio Neves se reelegeu governador muito facilmente, com 7.482.809 dos 13.679.738 votos apurados. O tucano tem ainda o apoio dos governadores eleitos de Alagoas (Teotônio Vilela Filho, do PSDB), Distrito Federal (José Roberto Arruda, do PFL), Mato Grosso do Sul (André Puccinelli, do PMDB), de Roraima (Ottomar Pinto, do PSDB) e de Rondônia (Ivo Cassol, do PPS).
Os governadores eleitos ou reeleitos que decidiram aderir à campanha de Lula são em maior número - nove: da Bahia (Jaques Wagner, PT), Ceará (Cid Gomes, PSB), Piauí (Wellington Dias), Sergipe (Marcelo Déda, PT), Amazonas (Eduardo Braga, PMDB), Acre (Binho Marques, PT), Tocantins (Marcelo Miranda, PMDB), Mato Grosso (Blairo Maggi, PPS) e Amapá (Waldez Góes, PDT).
Nos nove Estados nos quais haverá segundo turno, que registraram 42.250.571 votos, Alckmin e Lula disputam espaço.

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