Candidatos marcam suas 'bandeiras'
Embora com regras de tempo rígidas, alguns candidatos conseguiram marcar suas bandeiras, em alguns casos porque as repetiram ao longo do debate. Osmar Dias (PDT) se apresentou como ''o candidato do presidente Lula (PT)'', reforçou que sua vitória significaria a garantia da continuidade das políticas sociais, e defendeu a gestão Requião (PMDB). Beto Richa (PSDB) aproveitou o alto índice de votação que obteve na sua última vitória à Prefeitura de Curitiba para tentar vender ao restante do Estado o mesmo modelo de gestão. Ele também citou três vezes o nome do pai, José Richa, ex-governador já falecido.
Paulo Salamuni (PV) criticou mais de uma vez a ausência de manifestações por parte das lideranças políticas sobre os escândalos na Assembleia Legislativa, lembrando que sua legenda pediu o afastamento do presidente da Casa, Nelson Justus (DEM), e do primeiro secretário, Alexandre Curi (PMDB). ''É um silêncio absurdo'', afirmou.
Já Avanilson Araújo (PSTU) defendeu mais de uma vez a reestatização das empresas públicas, e ainda prometeu dobrar o salário mínimo e reduzir a jornada de trabalho para 36 horas semanais. Outro ''nanico'', Robinson de Paula (PRTB) insistiu na criação de uma zona franca no Paraná, algo semelhante ao que já existe em Manaus. (C.S.)





