Candidatos dizem ao TRE quanto pretendem gastar
Curitiba - Os partidos encaminharam ao TRE, junto com os nomes dos candidatos, a previsão de gastos com as campanhas. A Folha teve acesso às informações dos principais candidatos.
A campanha para o governo do senador Alvaro Dias (PDT-PTB-PPB), junto com seu vice, Luiz Forte Netto, pode consumir até R$ 2,8 milhões, segundo a assessoria de imprensa do tribunal. A de Tony Garcia (PPB), candidato ao Senado pelo grupo, está estimada em até R$ 3 milhões. E a de Osmar Dias (PDT), em até R$ 1,5 milhão.
Já a campanha de Beto Richa e Lubomir Ficinski (PSDB-PFL-PSL-PAN) planeja gastar bem mais. O teto fixado foi de R$ 12,6 milhões. Luciano Pizzatto (Senado) fixou o seu em R$ 9 milhões. Já Eválzio Androchechen, o outro candidato a senador da coligação encabeçada pelos tucanos, foi mais modesto e calcula gastar até R$ 7 milhões.
O PMDB limitou os seus gastos com a campanha para o governo em até R$ 8 milhões. O candidato ao Senado na chapa pura, o ex-governador Paulo Pimentel, pode consumir até R$ 4 milhões, conforme o TRE.
Os partidos nanicos terão campanhas bem mais modestas. O PSD informou ao TRE que pode gastar até R$ 200 mil na campanha ao governo, e até R$ 150 mil na de senador.
De acordo com a lei eleitoral, este domingo, dia 7, é o último dia do prazo para os próprios candidatos requererem seus registros perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tribunais regionais eleitorais, até as dezenove horas, na hipótese de os partidos ou coligações não os terem requerido.(M.D.)





