A primeira semana de campanha eleitoral visando o pleito de outubro deve começar aquecida nos bastidores com os candidatos à Prefeitura de Londrina participando de reuniões internas, visitando sindicatos, empresas e órgãos de classe, e afinando o discurso de campanha com os filiados. Os prefeituráveis admitiram, em entrevista à FOLHA, que devem soltar a campanha nas ruas até o final do mês, quando estiverem concluídas as contratações de cabos eleitorais e a confecção do material. Contudo, a disputa pela preferência do eleitor já começou.
  A candidata Márcia Lopes (PT) afirmou que passaria o fim de semana em atos públicos, percorrendo o calçadão e feiras livres. Mas, ao longo da semana, ela pretende conversar com os candidatos a vereador ‘‘para unificar os discursos’’. Márcia disse ainda que a equipe de coordenação vai se concentrar nos detalhes finais do plano de governo.
  Valorizando a participação dos militantes na campanha, o candidato do PSOL, Valmor Venturini, planeja iniciar a semana com ‘‘visitas a sindicatos, realizando os comícios domiciliares e finalizando o nosso manifesto que terá a assinatura de diversos companheiros’’. Segundo ele, o documento reúne as propostas da coligação.
  O peemedebista Luiz Eduardo Cheida viaja nesta segunda-feira para Curitiba para participar das últimas sessões na Assembleia Legislativa antes do recesso. ‘‘Na quinta-feira volto a Londrina e vamos continuar na campanha corpo a corpo, que eu considero ter um peso extraordinário na disputa.’’ Cheida deve se
licenciar do cargo de deputado estadual no mês que vem.
  Para Marcelo Belinati (PP), a campanha de rua ‘‘deve começar mesmo apenas em agosto e até lá são muitas visitas, reuniões pensando no planejamento e organização da campanha’’. O candidato Alexandre Kireeff (PSD) também quer valorizar a preparação do grupo de trabalho neste início de semana, no entanto, prefere estar nas ruas o mais rápido possível. ‘‘Vamos nos concentrar na organização. Assim que tivermos o CNPJ liberado, será possível iniciar contratações e queremos ter o material de campanha dentro de uma semana.’’
  A reportagem tentou falar com o candidato Barbosa Neto (PDT) e com assessores, mas os celulares estavam desligados.

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