Candidatos ao Senado arrecadaram R$ 6 mi
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quarta-feira, 08 de setembro de 2010
Marcela Rocha Mendes<BR> Equipe da Folha 
Curitiba - A campanha dos candidatos paranaenses por uma vaga no Senado Federal já arrecadou mais de R$ 6 milhões, conforme a segunda prestação parcial de contas divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esta semana. Já os gastos para convencer o eleitor nos primeiros dois meses de campanha ficou em R$ 4,5 milhões. A maior parte dos recursos dos candidatos vem de doações de empresas e pessoas físicas ou recurso partidário. Já as maiores despesas estão relacionadas a produção de publicidade impressa, placas, faixas, programas de televisão, contratação de pessoal e locação de veículos.
Campeã de receita e despesas, Gleisi Hoffmann (PT) é responsável por metade desses valores. A petista arrecadou R$ 3,119 milhões e declarou R$ 3,313 milhões em gastos. Segundo a assessoria de imprensa da candidata, o valor de receita é inferior ao de despesas porque estão previstas contas já assumidas, mas que ainda irão vencer.
O segundo colocado na arrecadação foi Ricardo Barros (PP) - R$ 1,229 milhões. No entanto, a diferença entre o que entrou e o que o candidato já gastou está perto de R$ 1 milhão. Embora tenha declarado em várias oportunidades estar fazendo uma campanha ''barata'', Roberto Requião (PMDB) é o terceiro em arrecadação (R$ 1 milhão), mas o segundo em despesas - R$ 672 mil. Gustavo Fruet (PSDB) tem a quarta maior receita (R$ 900 mil) e também quarta maior despesa (R$ 235 mil).
Entre os candidatos ''nanicos'', apenas dois declararam valores ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Rivaldir Jensen (PRTB) e Claudio Roberto Timossi (PSTU) movimentaram, juntos, menos de R$ 3 mil reais no período. Ademir Correa Pedroso (PRTB) e Rubens Hering (PV) declararam ter tido zero de receitas ou despesas. Gilberto Carlos de Araújo (PCB), Luiz Romeiro Piva (PSol), Valmor Venturini (PSol) e Irineu Carlos Fritz (PT do B) não entregaram o relatório com a segunda prestação parcial de contas.


