Candidato do Psol sustenta discuso contra neoliberalismo
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quinta-feira, 07 de setembro de 2006
Maria Duarte<br> Equipe da Folha 
Curitiba - O auditor fiscal da Delegacia Regional do Trabalho (DTR) do Paraná Luiz Felipe Bergmann, 44 anos, candidato ao governo do Estado pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol), entrou na arena política através do sindicalismo, mas nunca ocupou nenhum cargo eletivo. Gaúcho, antigo militante do partido comunista, foi filiado ao PT de 1984 a 2003. Começou a trabalhar com carteira assinada aos 15 anos e com essa idade entrou na política sindical.
Assim como a candidata a presidente do Psol, senadora Heloísa Helena, deixou o Partido dos Trabalhadores por desilusão, na onda dos escândalos de corrupção enfrentados pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Bergmann é bacharel em Direito, com especialização em Direito do Traballho, além de economista. Entrou no mercado de trabalho pelo comércio. Foi também bancário e trabalhou na área de informática. Hoje funcionário da DRT, o candidato do Psol defende a democratização da elaboração do Orçamento do Estado, através de conselhos populares que definiriam os investimentos para cada área, como saúde, educação, segurança.
O candidato nunca ocupou um cargo eletivo. Foi candidato a vereador de Toledo (região Oeste) duas vezes, mas não conseguiu se eleger. ''Se eu não me eleger, vou para casa cuidar da minha vida'', diz, explicando que não quer nenhum cargo de confiança. O vice na chapa de Bergman é Wilson Previdi do PSC.
As principais propostas do candidato você confere no infográfico.


