O prefeito reeleito de Londrina, Nedson Micheleti (PT) e os 18 vereadores eleitos, que já tiveram as contas analisadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, gastaram juntos R$ 1,6 milhão nas eleições deste ano. As despesas do candidato à chefia do Executivo foram de R$ 1,2 milhão, e as dos vereadores, totalizaram quase R$ 400 mil. Juntos, eles registraram uma previsão de gastos de R$ 3,7 milhões.
Entre os vereadores eleitos, Roberto Fu (PDT), foi o que declarou menor despesa, R$ 1,1 mil. A campanha do petista Gláudio Renato de Lima, foi a mais cara. Custou, conforme a prestação de contas 65,3 mil.
As contas analisadas foram colocadas ontem em edital na Justiça Eleitoral. Nedson e os vereadores eleitos, Paulo Arildo (PSDB), Sandra Graça (PDT) e Sidney de Souza (PTB) tiveram as contas aprovadas com ressalvas.
''O contador eleitoral em seu parecer conclusivo, consignou a existência de falhas na arrecadação de recursos sem emissão de recibo eleitoral, em desacordo com a resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) número 21.609/04 registrando-se ainda que tais falhas, examinadas em conjunto, não comprometem a regularidade das contas prestadas'', diz parte dos editais assinados pelo juiz da 41 Zona Eleitoral, Jurandyr Reis Júnior.
As contas dos suplentes Marcos de Freitas (PSDB), Vera Lúcia Rubbo (PL) e João Scaff (PTB) também já foram apreciadas pela Justiça Eleitoral. Juntos eles gastaram na campanha R$ 81,5 mil.
O prefeito e os vereadores eleitos, além de sete suplentes, serão diplomados no dia 17, no auditório da Justiça Federal.

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