Os candidatos a prefeito da Região Metropolitana de Londrina (RML) podem movimentar até R$ 29 milhões durante a campanha eleitoral. Excluindo da conta os seis prefeituráveis londrinenses que estimam juntos um gasto superior a R$ 15 milhões, o maior teto foi estabelecido por Tide Balzanelo (PT), de Sertanópolis, também detentor do maior patrimônio. ''A gente avalia o potencial e coloca o teto de forma a não prejudicar a vida financeira da família'', explicou, com teto de R$ 1,5 milhão. ''Mas na verdade devo gastar no máximo uns 10% disso.''
Figuram ainda na lista dos maiores gastos de campanha Dr. Martins (PSC), candidato ao Executivo em Cambé, que pode gastar até R$ 1 milhão; José Maria (PMDB), de Ibiporã, com teto de R$ 990 mil; Joni (PTB), de Rolândia, e João Pavinato (PSDB), de Cambé, ambos candidatos à reeleição com gastos que podem atingir até R$ 800 mil.
O menor teto foi de R$ 30 mil, estipulado por dois candidatos; Diogo Fenti (PSDB) e Professor Fabinho (PV), que concorrem, respectivamente, em Ibiporã e Porecatu. Os dados são divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a partir das informações fornecidas pelos próprios partidos e coligações. A RML tem 45 candidatos a prefeito disputando os votos de 624 mil eleitores.

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