Câmara tem nova composição partidária
Com a posse dos novos vereadores, também a composição partidária do Plenário da Câmara dá uma guinada: se no início da atual legislatura não havia a hegemonia de um partido (uma vez que PT, PMDB, PSDB e PDT elegeram três edis, cada), agora apenas o PP ocupa essa posição - o que foi possibilitado com o ingresso de Fernando Nicolau no lugar de Renato Araújo, afastado pela Justiça. Também o PPS viu aumentar sua representatividade na Casa, que, antes restrita a Tercílio Turini (PPS), agora tem também João Abussafi, que se desfiliou do PMDB, mas enfrenta processo de infidelidade partidária ingressado contra ele pela Executiva municipal do partido, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Já o PR de Orlando Bonilha, que renunciou, fica sem representantes no plenário - situação inversa à do suplente dele, Vera Rubbo, que estréia o PSB na atual legislatura. Ainda no PMDB, agora apenas com Jamil Janene, a baixa havia começado já em janeiro, com a renúncia de Henrique Barros, preso em flagrante com R$ 9,9 mil supostamente oriundos de propina. Por fim, quem sai e entra de cena também, e respctivamente, são o PSC de Flávio Vedoato e o PHS de Rubens Canizares, que toma posse semana que vem.
Para o presidente da Casa, Sidney de Souza (PTB), o grupo vai amenizar ''a crise, que é fato. O importante é que esses vereadores ajudarão a tranquilizar o clima na Casa''. (J.G.)





