Curitiba - A Câmara de Vereadores de Campo Mourão encaminhou oficialmente uma resposta ao Ministério Público (MP) estadual, que questiona as despesas do Legislativo municipal.
No mês passado, a 3 Promotoria de Justiça de Campo Mourão encaminhou uma recomendação administrativa à Câmara, propondo a redução do número de assessores parlamentares proporcionalmente à redução no número de vereadores ocorrida na atual legislatura (de 17 para 10), a revogação do aumento de 100% no valor da gratificação concedida aos assessores parlamentares e ainda a extinção do cargo de procurador parlamentar, criado no início do ano.
A recomendação foi expedida nos autos do inquérito civil número 05/05, que apura a legalidade do aumento dos gastos ocorrido no ano de 2005 na Câmara da cidade.
Em um ofício de 10 laudas, o presidente da Câmara, Eraldo Teodoro de Oliveira (PMDB), afirmou que ''estão sendo observadas todas as prerrogativas legais''. A Câmara anexou documentos ao ofício, que comprovariam sua defesa.
O ofício de Oliveira diz que o Legislativo local age ''no estrito limite das suas prerrogativas institucionais e, exclusivamente, em obediência a legislação que disciplina a sua condição de poder independente e harmônico''.

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