Depois de muita negociação do Executivo nos bastidores da Câmara Municipal de Londrina para conseguir maioria dos votos, 14 vereadores aprovaram na noite dessa terça-feira (26), em primeira discussão, o projeto de lei 191/2017, na forma do substitutivo número 1, que altera a PGV (Planta Genérica de Valores) que serve de base de cálculo para IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Os cinco vereadores que votaram contra a medida foram: Emerson Petriv (PP), o Boca Aberta; Filipe Barros (PRB); Felipe Prochet (PSD); Junior Santos Rosa (PSD); e Roberto Fu (PDT).

O substitutivo enviado às pressas pelo Executivo atendeu, em parte, a demanda de munícipes protocoladas na última audiência pública. Houve mudança no escalonamento referente ao imposto que estava prevista para quatro anos (até 2021) e passou para sete anos (2024). Já em relação à alíquota sobre o valor venal do IPTU - que começaria em 0,85% no projeto original -, no novo texto adaptado pelo Executivo ela vai partir de 0,65% em 2018 até chegar gradativamente em 1%.

Segundo o secretário de Fazenda e Planejamento, Edson de Souza, com o projeto a arrecadação com IPTU terá um acréscimo de R$110 milhões para 2018, ou seja passa de R$ 190 milhões (2017) para R$ 300 mi no próximo ano.

Leia mais detalhes sobre a votação na edição desta quarta da Folha de Londrina.

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