Hoje, às 22 horas, se encerra o período de campanha eleitoral, antes do primeiro turno do pleito municipal, e os prefeituráveis de Londrina devem aproveitar o comércio aberto até as 18 horas para fazer campanha no centro da cidade, principalmente no Calçadão. Essa semana toda os candidatos focaram no corpo a corpo para conquistar os indecisos, mas hoje a panfletagem deve ser ainda mais forte.
Durante todo o dia de ontem o candidato Alexandre Kireeff (PSD) aproveitou para visitar empresas em diferentes regiões de Londrina. Hoje o candidato deve fazer caminhadas e distribuir material de campanha nas principais ruas centrais. O candidato Barbosa Neto (PDT) também visitou empresas e bairros das quatro regiões de Londrina ontem. Hoje ele começa a caminhada às 8h30 por bairros e região central. O peemedebista Luiz Eduardo Cheida visitou ontem algumas empresas e se reuniu com eleitores. Hoje ele deve visitar pela manhã o distrito da Warta, no início da tarde faz campanha no Calçadão e das 14 às 22 horas visita os distritos de Maravilha, Paiquerê e Irerê.
A petista Márcia Lopes fez panfletagem em todas as regiões de Londrina durante o dia de ontem, além de ter feito panfletagem na Sercomtel e no Terminal Central. Hoje ela deve visitar o comércio central pela manhã e o comércio de bairros das 14 às 19 horas. O candidato do PSOL, Valmor Venturini, visitou alguns apoiadores pela manhã de ontem e fez panfletagem no Cafezal e em universidades. Hoje ele deve partir para o corpo a corpo, aproveitando a parte da manhã para ficar na região central.
O pepista Marcelo Belinati continua hoje com caminhadas em bairros e centro da cidade, sem roteiro definido. Na tarde de ontem o candidato contou com a ajuda do governador Beto Richa (PSDB) para acompanhá-lo em uma caminhada na Rua Sergipe, que terminou no Calçadão, em frente ao Cine Teatro Ouro Verde. O chefe do Executivo estadual foi questionado pela imprensa sobre como ficará Londrina caso outro candidato vença as eleições, e não seu aliado. ''Meu compromisso é com Londrina e não com o candidato que vencer, mas claro que, se for o Marcelo, pela proximidade que temos, será facilitado'', respondeu.
Beto citou como exemplo seu atrito com Roberto Requião (PMDB), na época em que o peemedebista governava o Estado e o tucano era prefeito de Curitiba. ''Tive uma boa relação com o governo federal, mas, lamentavelmente, pelo temperamento do governador do Estado, que se preocupava mais em fazer política do que com o governo, Curitiba foi muito prejudicada'', alfinetou. O governador ficou das 13h às 16h na cidade, e depois seguiu cumprindo agenda em Ponta Grossa e Curitiba.

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