Bueno defende união das oposições
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domingo, 29 de julho de 2001
Lúcio Horta De Cascavel 
A exemplo de boa parte dos novos administradores do Paraná, o prefeito de Cascavel, Edgar Bueno (PDT) logo que assumiu a prefeitura, em janeiro deste ano, se deparou com uma dívida maior do que a esperada: R$ 50 milhões, no total, sendo R$ 11 milhões de dívida vencida. Não bastasse o valor, a prefeitura ainda sofre a ameaça de sofrer intervenção federal por causa do não pagamento de precatórios.
Para contornar o problema, Bueno priorizou dois pontos: eficiência da arrecadação e muita economia, envolvendo todas as pastas do governo. Os resultados já começaram a aparecer. Segundo ele, a arrecadação no primeiro semestre desse ano foi R$ 4 milhões maior do que nos seis primeiros meses de 2000. São duas ações que estamos levando com muito critério e que, com isso, acreditamos que vamos sanear o problema da dívida deste ano, disse.
Além dos problemas administrativos, o prefeito de Cascavel está empenhado em participar do processo de escolha do sucessor de Jaime Lerner (PFL) no Palácio Iguaçu, nas eleições do ano que vem. Bueno defende a mesma tese do senador Roberto Requião, pré-candidato ao governo do Estado: a união dos partidos de oposição ainda no primeiro turno para vencer o candidato de Lerner.
Nesta entrevista, o prefeito de Cascavel fala sobre a sucessão estadual e também o sobre relacionamento com o governador Jaime Lerner, além de um balanço do primeiro semestre de administração.(Colaborou Gilmar Agassi)


