Lisboa - A Justiça de Portugal condenou ontem a brasileira Ana Virgínia Sardinha, 38, pelo homicídio do próprio filho, em julho de 2007. Assim, ela poderá cumprir pena em liberdade no Brasil -por cinco anos, será obrigada a ter acompanhamento anual psiquiátrico ou psicológico. Os profissionais terão de enviar relatórios anuais sobre ela. Ana Virgínia não será presa porque foi condenada a uma pena ‘‘especialmente atenuada’’. A lei portuguesa prevê restrição de liberdade para crimes cujas penas variem de oito a 16 anos. Leonardo Brittes Sardinha Santos, 6, morreu no dia 5 de julho por intoxicação. A acusação sustentou que Ana Virgínia obrigou o filho a tomar três frascos de um remédio para epilepsia -que o menino já usava-, o que causou sua morte.

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