O ministro da Educação, Paulo Renato de Souza, será ‘‘avaliado’’ pelos universitários de todo o país que, domingo, voltam a se submeter ao ‘‘provão’’. A avaliação do ministro e da política educacional brasileira é o troco de Ricardo Gomyde (PCdoB-PR), crítico inflexível do ‘‘provão’’ que, segundo ele, é ‘‘insuficiente para a avaliação correta das universidades’’.
Sem vagasA Comissão de Finanças e Tributação da Câmara está analisando com carinho proposta de três economistas - Alcides Jorge Costa, Ivens Gandra Martins e Fernando Rezende - de substituir os vários impostos sobre serviços e mercadorias por um único, o IVA (Imposto sobre o Valor Agregado). Os economistas foram ouvidos terça-feira pela subcomissão de reforma tributária e sua sugestão veio a calhar para três deputados que acabam de retornar da Argentina, onde estiveram para se informar do programa bem-sucedido adotado pelo governo daquele país no combate à sonegação fiscal. Pois bem, o IVA foi implantado na Argentina em 75, mas só teve sucesso a partir do momento em que o governo passou a estimular - através de sorteios, como se faz no Paraná desde o governo Álvaro Dias - os consumidores a exigirem nota fiscal. O programa prevê até a punição dos consumidores que saírem das lojas sem o ‘‘boleto’’. Mas o mais visado - e mais fácil de ser controlado - é o lojista ou prestador de serviço que, uma vez flagrado por não emitir nota, é penalizado com o fechamento de seu estabelecimento por três dias. Os parlamentares que estiveram em Buenos Aires são o presidente da Comissão de Finanças Luiz Carlos Hauly e Max Rosenmann, do PSDB do Paraná, Mussa Demes (PFL-PI) e Firmo de Castro (PSDB/CE). O IVA, segundo Hauly e Rosenmann, facilitaria a vida de todos, do consumidor ao comerciante e, finalmente, à Receita.Bumerangue

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