Brasil On Line - José Antonio Pedriali
Yeda Crusius (PSDB-RS), relatora do projeto de prorrogação do Fundo de Estabilização Fiscal (FEF), confirma: os municípios não continuarão sendo lesados por esse tributo. Yeda reuniu-se ontem com os membros da comissão encarregada de analisar o projeto e pediu mais um tempinho para apresentar seu relatório.
E Yeda garanteA indefinição de Luís Eduardo Magalhães (PFL-BA) em assumir de vez o comando da base governista na Câmara deixou ontem o Congresso paralisado. A votação dos destaques finais da emenda de reforma administrativa - entre eles o polêmico fim da estabilidade do funcionalismo - foi adiada para a semana que vem. Estava prevista para hoje, mas Inocêncio de Oliveira, líder do PFL, jogou pesado e conseguiu convencer o líder em exercício do governo no Congresso, Elton Rohnelt (PFL-RR), a empurrá-la com a barriga à espera de que Luís Eduardo assuma as rédeas do comando político do governo. O presidente da Michel Temer (PMDB-SP) ensaiou colocar a emenda em votação ontem à tarde, mas recuou assim que o painel acusou falta de quórum. Temer não ousou levar adiante a iniciativa. Além da reforma administrativa, outro assunto estava na fila para ser votado esta semana: a Lei Geral de Telecomunicações, que abre o setor para a iniciativa privada. O deputado Paulo Cordeiro (PTB-PR) articulou o requerimento que pedia a votação em regime de urgência da lei, mas à falta de um líder para articular sua aprovação em plenário, não encontrou eco em sua pretensão de submetê-la à votação ainda hoje. A data da votação está indefinida, mas como outros projetos em tramitação na Câmara, deverá ser submetida ao plenário também na próxima semana.Yeda confirma





