A deputada Yeda Crusius (PSDB-RS) reúne-se hoje com os membros da comissão especial da Câmara que analisa a prorrogação do Fundo de Estabilização Fiscal (FEF). Yeda quer dar os retoques finais em seu relatório, que deverá ser apresentado no máximo até quinta-feira.
A salvosO ministro das Comunicações, Sérgio Motta, avisou de Lisboa, na semana passada, que sua prioridade ao voltar ao Brasil - o que está previsto para acontecer hoje - seria insistir junto ao Congresso para que a nova Lei Geral das Telecomunicações seja votada o quanto antes. O ministro não tem por que se preocupar. O vice-presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Paulo Cordeiro (PTB-PR), garante que a lei será votada - e aprovada - amanhã pela Câmara. A lei passou com honra ao mérito na semana passada pela comissão especial encarregada de examiná-la e, hoje, Cordeiro vai providenciar para que ela seja votada em regime de urgência, o que, segundo ele, vai acontecer fatalmente amanhã. Cordeiro é defensor intransigente da abertura do setor para a iniciativa privada, e isto - aposta - deverá estar formalizado até o final do ano que vem. As 27 empresas do sistema Telebrás, argumenta o deputado, não têm condições, apesar do investimento de R$ 8 bilhões previsto para este ano, de atender à demanda reprimida de linhas telefônicas, hoje estimada em 10 milhões. A privatização do sistema, contabiliza Cordeiro, irá atrair a soma estratosférica de 90 bilhões de dólares em investimentos até o ano 2003 e, no plano imediato, toda a demanda reprimida será satisfeita em dois anos, no máximo.Retoque final

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