Curitiba - A declaração do diretor-geral da Fazenda, de que as finanças do Estado não comportam mais reajustes ao funcionalismo, pelo menos por ora, foi a brecha que o presidente da Assembléia Legislativa, Hermas Brandão (PSDB), esperava para engavetar definitivamente o projeto de lei que prevê um aumento de 100% no salário dos secretários de Estado.
Brandão defendia a tese de que o aumento deveria ser proposto pelo governo, e não pela Assembléia. O secretário-chefe da Casa Civil, Caíto Quintana, voltou a defender que o aumento dos salários de secretários é prerrogativa do Poder Legislativo, também responsável pelo reajuste dos salários do governador de Estado e vice, ''conforme a Constituição''. Segundo ele, o impacto financeiro do aumento os secretários de Requião passariam a ganhar R$ 12 mil em vez dos atuais R$ 5,9 mil representa um impacto de 0,0001% na folha de pagamentos. (Colaborou Leandro Donatti)

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