O líder do PDT na Assembléia Legislativa, deputado Neivo Beraldim, se defendeu das acusações de irregularidades na escolha da liderança partidária, feita pelo presidente da comissão provisória de Coronel Vivida, Valmor Stédile, alegando que a reclamação seria motivada por ''interesses pessoais''.
''O que está acontecendo é que alguns desses protestantes eram funcionários da liderança, e quando assumi, coloquei para os deputados a necessidade de contratação de técnicos para dar suporte para a ação parlamentar dos membros do partido. Não concordo com cabide de empregos'', argumentou o deputado, sem comentar detalhes sobre a reunião que o definiu como líder do PDT na Assembléia pelo diretório estadual e demais deputados estaduais da legenda. ''Só faltava os deputados, antes do processo de eleição da Mesa, ter que consultá-los. Cada espaço que o partido ocupa deveria servir de orgulho da atuação parlamentar dos pedetistas.''
A Folha tentou falar com o deputado Augustinho Zucchi e o presidente do diretório estadual do PDT, Nelton Friedrich, mas os telefones celulares estavam desligados.

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