Curitiba - O leilão de concessão de rodovias federais tornou-se uma batalha jurídica. Só no Paraná, três ações pediam a suspensão do processo. As ações foram protocoladas pelo Ministério Público Federal do Paraná, pelo Fórum Popular contra o Pedágio e pelo Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR).
Na última sexta-feira, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) tinha conseguido cassar as duas liminares que suspendiam a entrega dos documentos.
No dia 1º de outubro, a Justiça Federal do Distrito Federal havia dado à empresa argentina Iecsa liminar suspendendo o prazo final da entrega dos documentos. No dia 3 de outubro, nova liminar foi dada à empresa Construcap, dessa vez suspendendo a entrega dos documentos.
A segunda etapa de concessão de rodovias vem sendo adiada pelo governo desde 1998. Serão licitados sete trechos de rodovias que serão concedidos à empresa que oferecer o menor preço de pedágio.
O lance máximo seria de R$ 4,18 na BR-116 no Paraná e Santa Catarina, R$ 4,08 na BR-153 em São Paulo, R$ 4,03 na BR-393 no Rio de Janeiro, R$ 3,82, na BR-101 no Rio de Janeiro, R$ 2,88 na Fernão Dias, R$ 2,68 na Régis Bittencourt e R$ 2,75 de Curitiba até a divisa do Rio Grande do Sul e São Paulo. (A.B.)

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