Entre os oito candidatos a prefeito de Londrina, Barbosa Neto (PDT), que tem 5,5% das intenções de voto na pesquisa estimulada, é o que apresentou maior potencial de crescimento entre o eleitorado. Dos 600 entrevistados pelo Instituto Experience, 41% declararam que poderão votar no candidato e 22% afirmaram que não o conhecem o suficiente para opinar. Em comparação a pesquisa anterior, publicada no dia 5 de agosto, a rejeição ao pedetista aumentou de 14,3% para 19,5%.
A pesquisa também apontou que 38,8% dos entrevistados podem votar na candidata do PMDB, Elza Correia, além dos 9,3% que disseram que votarão com certeza na candidata. Outros 31% afirmaram que não a conhecem. Elza tem o terceiro menor índice de rejeição entre os candidatos, 8,7%.
O candidato que tem maior rejeição do eleitorado é Nedson Micheleti (PT): 35% dos entrevistados declararam que não votariam no atual prefeito. A 45 dias da eleição, este é o maior índice de rejeição das três pesquisas. Em julho, foi registrado 29,3% e no início de agosto, este número era de 32,2%. A rejeição a Nedson é maior entre os eleitores de 40 a 49 anos, 43%.
Antonio Belinati (PSL) é o candidato mais conhecido. Apenas 2,8% disseram que não o conhecem. O ex-prefeito tem 31,3% de rejeição, 3,6% a mais do que na pesquisa anterior. O maior ídice de rejeição do ex-prefeito se concentra nas classes A/B, 44%, e entre os eleitores de 16 e 17 anos, 50%.
Luiz Carlos Hauly (PSDB), que disputou a prefeitura nas duas últimas eleições municipais e foi eleito para quatro mandatos de deputado federal, ainda é desconhecido de 32,8% dos entrevistados.
O candidato do PV, Naudemar Nascimento, é o que tem maior índice de desconhecimento do eleitorado, 83,7%, e a menor rejeição, 0,8%. No entanto, somente 4,2% disseram que poderiam votar no candidato. Félix Ribeiro (PMN) tem rejeição de 4,8% e 74,7% afirmaram que não conhecem o vereador.
Dos 600 entrevistados, 65%, ou 390 pessoas, declararam que ainda não sabem em quem deverão votar para vereador. Oitenta e cinco por cento dos indecisos tem entre 16 e 17 anos. Outros 5,2% disseram que irão anular o voto para vereador. (C.O.)

mockup