O ex-gerente regional do Banestado em Londrina Gilmar Longo da Rocha esclareceu ontem à Folha, em Curitiba, que não foi ele o responsável pela composição de dívida feita entre o banco, o deputado estadual Durval Amaral (PMDB), o produtor rural João Sanches Camacho e a Agropecuária Oásis, em março de 97, e que saldou um débito de cerca de R$ 2 milhões em troca de três imóveis avaliados em R$ 250 mil, conforme acusa o senador Roberto Requião (PMDB). O ex-gerente foi apenas representar o Banestado no cartório, onde foi firmada a escritura pública ‘‘de confissão e composição de dívida, com dação de imóveis em pagamento’’. (L.D)

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