Bancadas não estão definidas
O PTB e o PFL, os dois principais partidos que dão sustentação ao governo Jaime Lerner na Assembléia, estão empatados com 10 deputados cada um. O PPB e o PMDB detêm sete cada um; o PSDB, seis; o PT, quatro; o PDT, três; e o PSB, PSC e PL, dois. Neivo Beraldin, que se desfiliou do PPB, continua sem partido. Esse era o quadro do jogo de forças das bancadas no Poder Legislativo ontem.
Na prática, o PFL fica com um deputado a mais durante 120 dias, prazo-limite da licença concedida para Geraldo Cartário para tratamento de saúde. Apesar de Cartário estar no PL, o suplente que assume a sua cadeira na Casa é Luiz Carlos Martins, filiado no PFL e candidato pela coligação PTB-PFL-PL e outros da eleição de outubro.
O presidente da Assembléia, Aníbal Khury (PFL), anunciou ontem que vai dar prazo de uma semana para a acomodação partidária. Miltinho Pupio formalizou a sua saída do PTB, rumo ao PSC. Khury disse que depois desse prazo para acomodação, pretende colocar em prática o cálculo que fixa a representatividade das bancadas nas 16 comissões permanentes da Casa.
Pelo cálculo, baseado nas bancadas atuais, PFL e o PTB detêm três representantes cada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante da Assembléia. O PMDB, PPB e PSDB ficam com duas vagas. O PT e o PDT com uma. E o PSB, PSC e PL, juntos, com direito a indicar um nome, que pode ser buscado pelo consenso ou por sorteio.
Nas comissões compostas, onde o número de deputados cai de 15 para sete, PFL, PTB, PPB, PMDB, PSDB, PT e PDT ficam com uma cadeira, cada. PSB, PSC e PL ficam sem direito a indicar representante. (L.D)





