O deputado federal André Vargas (PT) foi um dos primeiros a deixar a Rádio Paiquerê após o encerramento do debate. Ele não escondeu a insatisfação por considerar que foi ''alvo'' dos outros candidatos. ''Foi um jogo de oito contra um'', sintetizou.
''Eles (candidatos) estão com o olhar no retrovisor, olhando para o século passado, não percebem o momento histórico que nós estamos vivendo e que podemos dar um salto para o futuro. Na verdade, tentam atacar o PT, colocando o partido como responsável por todos os problemas de Londrina e não nos dão os créditos pelos avanços. Mesmo assim, considero o debate como bom'', comentou Vargas.
Para o deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB), o debate foi morno. Ele comparou a campanha eleitoral a um jogo de futebol. ''Ainda estamos frios, em fase de aquecimento.'' No entanto, ressaltou que o debate serviu para que as propostas comecem a ser checadas pela população.
Sobre a campanha, a aposta de Cheida será no ''corpo a corpo'' com o eleitor e no tempo de televisão do seu partido. ''Vai ser uma campanha curta, como um 'coice de porco', mas o tempo será suficiente para eu apresentar o grande plano de educação que desenvolvi para a cidade.''
Na avaliação do candidato Marcos Colli (PV), o debate foi positivo. ''É importante, pois acende a população para a campanha. A partir de agora a temperatura vai subir'', destacou.
Colli comentou também que está apostando na conversa com a população para garantir votos, além de apostar em outros debates para conquistar eleitores. Sobre o tempo reservado para o PV no horário eleitoral de rádio e televisão, um minuto e 36 segundos, ele respondeu que é suficiente. ''É possível apresentar nossa proposta, mesmo com pouco tempo. Mas é nos debates que surgem os confrontos de idéias que premitem que as pessoas avaliem se as propostas dos candidatos são viáveis ou não.'' (Wilhan Santin)

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