Ao final do segundo ano de mandato, a aprovação do prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD), cresceu 5,5 pontos em relação à pesquisa realizada pelo Instituto Multicultural aos 625 dias de governo, em julho, quando o chefe do Executivo tinha 48% de aprovação e 32% de reprovação. Agora, Kireeff aparece com aprovação de 53,5% e reprovação também maior, de 34,5%. Naquela pesquisa, 20% não souberam responder. Nesta, 12%.

A nota dada à atual administração teve leve queda, de 6,0 para 5,9. As melhores notas são no centro (6,5) e e na zona leste (6,0). As notas mais baixas são na zona norte e zona rural. Em relação à pesquisa de 500 dias de governo (na pequisa de 625 dias, esta pergunta não foi feita), a nota de Kireeff caiu nas regiões norte (de 5,7 para 5,6), sul (de 6,2 para 5,8) e leste (de 6,3 para 6,0); cresceu no centro (de 6,3 para 6,5) e região oeste (de 5,7 para 5,8); e ficou estável na zona rural, em 5,6.

Quanto à avaliação da administração de Kireeff, a maioria dos entrevistados considerou a administração regular (38,5%); seguido de bom (35,5%); ótimo (10%); ruim (9%); e péssimo (4%). Três por cento não souberam responder.

"Os números superaram minha expectativa. Eu imaginava uma avaliação mais rigorosa da população", disse ontem o prefeito. Ele esperava que sua imagem tivesse se desgastado em razão da defesa da revisão da Planta Genérica de Valores (PGV), que aumentaria o valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em 2015. "Eu achei que houve um pouco de desgaste em razão da discussão sobre o IPTU", comentou.

O índice que mais chama a atenção é o de confiabilidade, que chegou a 70%. Outros 18,5% disseram que não confiam e 11,5% não souberam responder. "É um número muito significativo. Eu acredito que se deve à clareza de nossas intenções e à transparência de nossa ações", avaliou.

De acordo com o diretor do Multicultural, Edmilson Vicente Leite, os números da administração municipal são positivos. "Está claro o que a população quer. A média final da nota nestes dois anos deu seis. É questão realmente de equacionar as finanças, a prefeitura não tem dinheiro, mas tem que ter um pouco mais de iniciativa." (colaborou Edson Ferreira)

mockup