Aumenta o interesse de jornalistas estrangeiros
Correspondentes estrangeiros concordam que o Brasil está despertando interesse crescente no exterior. O número de correspondentes e o volume de reportagens aumentou muito recentemente. A agência de notícias britânica Reuters dobrou o número de correspondentes no país nos últimos três anos. Hoje, são 20. Há um investimento exterior pesado no Brasil, e os investidores querem saber com detalhes o que está acontecendo, diz o argentino Adrian Dickson, 35, chefe editorial da Reuters no país.
Recentemente, a Reuters fez um despacho com um perfil de David Zylbersztajn, o novo diretor da ANP (Agência Nacional de Petróleo). Antes, o interesse externo se resumia aos personagens de primeira grandeza do governo, como o presidente e os ministros. Hoje, querem saber quem é o presidente do Congresso ou o secretário de Energia de São Paulo, diz Dickson. Ele concorda com o enfoque positivo do país dado pela CNN. O governo e a população estão assumindo o controle da economia e da situação social. Há um consenso sobre a direção a seguir.
A influente revista britânica The Economist abriu seu escritório em São Paulo há menos de dois anos. Seu correspondente, Mike Reid, 45, diz que a cobertura da revista sobre o país vem aumentando consideravelmente. A estabilidade e a abertura econômica integrou mais o Brasil à economia mundial, diz Reid. Ainda existem muitos problemas, mas é evidente que o país está melhor, afirma ele.
A agência dos EUA de notícias econômicas Dow Jonestambém aumentou sua equipe no Brasil. De um jornalista, em 1993, passou para os cinco atuais. A americana Mary Milliken, chefe de Redação da Dow Jones, está no país há um ano: Fiquei surpresa porque o Brasil é muito mais trabalhador e moderno do que pensava.





