Além do Ministério Público (MP), a própria Universidade Estadual de Londrina (UEL) resolveu investigar em que condições foi realizado o livro-relatório ''UEL - Tempo de Luz/2002-2006''.
De acordo com o procurador jurídico da instituição, Ruy Marçal Carneiro, o material publicado ontem pela Folha fez com que a auditoria da universidade elaborasse relatório recomendando o reitor Wilmar Sachetin Marçal a abrir sindicância que apure supostas irregularidades no projeto.
''Já que foram usados recursos da universidade, portanto públicos, nossos dois auditores solicitaram a sindicância para que se apurem os apectos legais da iniciativa - sobretudo, se foi preservado o princípio da moralidade administrativa'', destacou Carneiro.
Conforme o procurador, no relatório encaminhado ao reitor foi levantada toda a documentação referente ao livro - como notas fiscais e ordens de pagamento. Segundo o atual coordenador da Coordenadoria de Comunicação (COM), Pedro Livoratti, o reitor deve anunciar nos próximos dias os funcionários que integrarão a comissão de sindicância, bem como o prazo de conclusão dos trabalhos do grupo. (J.G.)

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