Atuação social garante 4 vagas em Arapongas
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sábado, 14 de outubro de 2000
Maurício Borges De Apucarana 
Na eleição de 1992, os eleitores de Arapongas elegeram duas vereadoras. Passados quatro anos, a bancada feminina passou a ocupar três cadeiras e, a partir da próxima legislatura, o número de mulheres na Câmara de Vereadores de Arapongas foi ampliado para quatro representantes.
Terezinha Zim Canassa (PL) foi reeleita para o terceiro mandato consecutivo. Ana Lúcia Branco Pires (PMDB) e Maria Aparecida Domingues, a Cidinha da saúde (PFL), foram reeleitas para cumprirem seu segundo mandato. Carmen Astuti Bertasso (PSB) faz sua estréia na Câmara.
Antes destas mulheres ocuparem espaço no Legislativo, as precursoras da presença feminina na política araponguense foram Maria Édna Grassano (irmão do ex-prfeito Colombino Grassano) e Irondi Pugliesi, mulher do ex-prefeito Waldyr Pugliesi. Irondi foi vereadora e duas vezes deputada estadual.
Por coincidência, das quatro vereadoras eleitas agora, três tiveram atuação destacada na área da assistência social. Terezinha Canassa trabalhou neste setor, durante a administração de Antônio Grassano Júnior e depois continuou atuando nesta área, a partir dos três mandatos conquistados na Câmara.
Ana Lúcia Branco Pires é a recordista de votos no município, tendo somado 2.448 na eleição anterior, depois de ter dirigido os programas sociais na gestão de Pugliesi. E, por último, surge Carmen Astuti Bertasso, que também fez seu nome trabalhando com assistência social no atual mandato do prefeito José Bisca (PFL). Já a vereadora reeleita Cidinha, há muitos anos ficou conhecida pelo seu trabalho na área de saúde.
Para as integrantes da bancada feminina do Legislativo, a sensibilidade da mulher está fazendo a diferença. Agora, a mulher vota em mulher, e isso não acontecia antes, assinala Ana Lúcia.


