Apesar da chuva, o Movimento pela Moralização da Administração Pública de Londrina realizou ontem de manhã um ato público no Calçadão defendendo a saída do presidente da Sercomtel S/A, Rubens Pavan, e criticando a decisão dos vereadores em arquivar a Comissão Processante (CP) que investigava a venda de ações da telefônica.
‘‘Ameaças do ex-prefeito a 18 vereadores fizeram a Câmara arquivar a CP’’, dizia uma das faixas – referindo-se a declarações do prefeito cassado Antonio Belinati (PFL), antes do arquivamento, dizendo que iria falar sobre a ‘‘conduta’’ de vereadores. Em outra faixa, a decisão da Câmara foi classificada como um ‘‘papelão’’.
O movimento também promoveu um plebiscito para saber a opinião da população sobre a permanência de Pavan na Sercomtel. Ele teve a prisão pedida pelo Ministério Público Estadual. ‘‘Seria um constrangimento ver o diretor da maior empresa da cidade ser preso’’, afirmou o advogado Newton Moratto, integrante do movimento. Das 262 pessoas que participaram do plebiscito, 249 votaram pela saída de Pavan.

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